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Gramado será primeira cidade do RS a aderir a Campanha Sinal Vermelho


Prefeitura de Gramado, por meio do Gabinete da Primeira-Dama, vai lançar no dia 18 de junho a campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica.
Prefeitura de Gramado, por meio do Gabinete da Primeira-Dama, vai lançar no dia 18 de junho a campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica.

Desde o início da pandemia da Covid-19, os índices de feminicídio no Brasil cresceram 22,2% em comparação com 2019.


Os dados, publicados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, motivaram o Poder Judiciário a propor uma nova estratégia para dar um basta na violência contra a mulher.

Pensando nisso, a Prefeitura de Gramado, por meio do Gabinete da Primeira-Dama, vai lançar no dia 18 de junho a Campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica.


Recentemente, a primeira-dama, Jandira Tissot, acompanhada da procuradora-geral, Mariana Melara Reis, e da diretora do Gabinete da Primeira-Dama, Viviana Cardoso, esteve reunida com as representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Tânia Regina Silva Reckziegel, Maia Cristiana Ziouva e Julianne Marques, que também integram a Comissão Nacional de Políticas Judiciárias para Mulheres do CNJ.


Para a primeira-dama, Jandira Tissot, a campanha será uma nova ferramenta de proteção as mulheres vítimas de violência doméstica.


“Definimos que Gramado será a primeira cidade do Rio Grande do Sul a aderir ao pacto e a assinatura do termo da Campanha Sinal Vermelho. Vamos construir um termo de cooperação pelo enfrentamento às violências contra a mulher”, disse.


“A campanha tem como proposta um ato simples, mas que pode salvar muitas vidas”, completou.


Sinal vermelho contra violência doméstica


Se uma mulher chegar à farmácia com um X vermelho na palma da mão, entenda como uma denúncia silenciosa de violência doméstica.


Como agir?


– Não faça muitas perguntas e aja com rapidez e acolhimento.

– De forma reservada, usando os meios à sua disposição, registre o nome, o telefone e o endereço da vítima e acione o 190. Se a vítima disser que não quer a polícia naquele momento, entenda. Após a saída dela, transmita as informações pelo telefone 190.

– O farmacêutico ou atendente não precisará acompanhar a polícia. Não são testemunhas da violência.

Foto: Asscom/Prefeitura de Gramado.

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