Ao apontar a Lua, não olhe para o dedo
- Abdon Barretto Filho

- há 17 horas
- 2 min de leitura
Atualizado: há 5 horas
Por: Abdon Barretto Filho (*ABF)
IMAGEM ILUSTRATIVA

Em homenagem a todos os homens e mulheres que dedicaram e dedicam suas vidas à ciência e à constante busca do conhecimento, vivendo em paz e em harmonia, lembrei da frase : Ao apontar a Lua, não olhe para o dedo...
O ser humano ao apontar a Lua, pode despertar o interesse em alcançar novos desafios.
Nas Ciências, nas Artes e no Turismo, entre outros conhecimentos, a Lua vem despertando interesses diversos.
Em 20 de julho de 1969, o homem chegava ao solo lunar.
Os avanços tecnológicos que permitem viagens para o nosso satélite natural devem ter sido originados pelas necessidades humanas ilimitadas.
A Lua é referência para os seres humanos desde do século XV, quando as grandes navegações visitaram as terras do novo mundo.
No século XXI, com o sucesso da missão Artemis II em abril de 2026, a NASA validou os sistemas essenciais para o retorno humano à Lua e futuras missões à Marte.
O Turismo Espacial está sendo construído com muitos profissionais e tecnologias.
A espaçonave Orion, completou com sucesso um sobrevoo lunar tripulado de 10 dias, com conquistas técnicas marcantes, incluindo o recorde de distância da Terra, cerca de 407.000 km.
A missão provou que os sistemas estão prontos para o retorno humano à superfície lunar no futuro projeto Artemis III.
Ao compararmos com 1492, com a chegada do navegador Cristóvão Colombo ao Novo Mundo, a maior e mais decisiva tecnologia utilizada nas grandes navegações por Portugal e Espanha (com influência técnica italiana) foi a Caravela, o destaque da Era dos Descobrimentos, permitindo a transição da navegação costeira (cabotagem) para a navegação em alto-mar.
A Caravela foi desenvolvida principalmente pelos portugueses no século XV e foi crucial por combinar técnicas de construção naval de diferentes culturas com velas latinas (Triangulares), influências mediterrâneas (incluindo italianas) e árabes, permitindo navegar contra o vento, com casco e quilha, resistentes para a navegação, com calado pequeno, permitindo explorar rios e águas costeira rasas.
Em 1992, durante as comemorações dos 500 anos da chegada à América, tive a oportunidade de conhecer as réplicas das Caravelas La Niña e La Pinta e a nau capitânia Santa Maria, na Espanha.
Uma viagem que mudou o mundo.
Com certeza, na travessia do Oceano Atlântico, a Lua foi uma grande referência e continua sendo para todos que acreditam nas grandes viagens na Terra e fora dela.
Portanto, ao apontar a Lua, o ser humano continua buscando novos caminhos.
Será?
Respeitam-se todas opiniões contrárias.
São reflexões.
Podem ser úteis.
Pensem nisso.
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*ABDON BARRETTO FILHO
Economista e Mestre em Comunicação Social
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