O Amor é verdadeiro: não pode ser utilizado em mentiras
- Abdon Barretto Filho

- há 2 dias
- 3 min de leitura
Por: Abdon Barretto Filho (*ABF)
FOTO: *ABF | ARQUIVO PESSOAL

Nas mensagens de cada ano novo, sempre são destacados os relacionamentos humanos, com mensagens otimistas e esperançosas.
Em algumas mensagens, surgem frases de agradecimentos.
Observa-se que nas mensagens físicas e digitais, a palavra “Amor” é destacada.
Entretanto, definir o que é o amor não é uma tarefa fácil, pois para cada pessoa, o amor pode representar algo diferente.
Amor (do latim amore) é uma emoção ou sentimento que leva uma pessoa a desejar o bem a outra pessoa ou a uma coisa.
Com a internet surgiu o golpe do amor on line e a banalização do conceito do amor.
Para muitos, o amor é um sentimento complexo e multifacetado, definido como uma profunda emoção de carinho e afeto que leva ao desejo do bem do outro, envolvendo intimidade, paixão e comprometimento.
O amor se manifesta como admiração, respeito, confiança e desejo de bem-estar mútuo, sendo estudado pela filosofia (prática de virtude), psicologia ( vínculo) e neurociência (liberação de hormônios como a dopamina) como uma força que conecta e melhora o comportamento humano.
Algumas perspectivas sobre o amor podem ser identificadas, a saber:
1. O amor tem sentimento e emoção: Desejo de bem para o outro, carinho, afeto, conexão emocional;
2. O amor precisa de ação e prática: Para filósofos como Aristóteles (384 a.C e 322 a.C), é mais do que sentimento; é uma escolha de construir laços duradouros, com boa vontade e virtudes compartilhadas, envolvendo respeito, lealdade e integridade;
3. O amor envolve ciência e neurobiologia: a liberação de hormônios (prazer, motivação) e mudanças no cérebro (hipotálamo, amígdala), criando um estado de euforia e foco, mas também uma função para melhorar o comportamento e a conexão;
4. O amor precisa de componentes comuns: admiração, confiança, cumplicidade, empatia, cuidado, e o desejo de ver o outro crescer e ser feliz, mesmo conhecendo suas falhas;
5. O amor tem diferentes formas: Pode ser romântico. Pode ser familiar. Para muitos, a família é o maior e verdadeiro laboratório do amor: aprendendo a amar, a respeitar, a ter fé e a cuidar do próximo.
Pode-se amar uma pessoa próxima ou distante ou até por algo (um ideal, uma paixão).
Existe o amor platônico, amor à vida, amor pela natureza, amor altruísta, amor próprio, amor por viajar e etc.
O amor físico representa o amor entre casais, sentimento que envolve uma forte ligação afetiva e, em geral, uma ligação de natureza sexual.
É normalmente simbolizado através do desenho de um coração e o cupido.
Eros é a figura mitológica que personifica o amor.
O amor provoca entusiasmo por algo e interesse em fazer o bem, sem olhar a quem.
Existe também o amor aos animais.
Para os religiosos, o amor ao Criador, a Deus, a Cristo, ao Ser Supremo, ao Líder espiritual, com um sentimento de devoção e adoração.
Assim, o substantivo "Amor" dá origem também ao verbo "Amar", que representa a ação do indivíduo que sente esse Amor, estabelecendo uma relação entre o sujeito que ama e o ser ou objeto amado.
Logo, temos várias formas de Amor e de Amar.
Em resumo, o amor é uma força vital que nos impulsiona para o outro, manifestando-se em sentimentos intensos, ações de cuidado e uma profunda conexão, sendo essencial para o bem-estar humano.
No amor, surge aquela vontade de estar junto que não se esgota.
Será?
Respeitam-se todas as opiniões contrárias.
São reflexões.
Podem ser úteis.
Mais amor em 2026.
Pensem nisso.
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*ABDON BARRETTO FILHO (FOTO)
Economista e Mestre em Comunicação Social
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