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Empreender por necessidade

Por: Abdon Barretto Filho | *ABF

  

                                                                                              📸 FOTO: *ABF | ARQUIVO PESSOAL

As necessidades humanas são ilimitadas.


Quanto mais se tem, mais se quer.


Entretanto, os fatores de produção ( Terra, Capital – Técnico e Financeiro e o Trabalho) são limitados.


Logo, buscar o equilíbrio entre a Oferta e a Demanda é o grande desafio para todos.


É através das necessidades humanas que a Economia procura responder as seguintes indagações: O Que, Quanto, Como e para Quem produzir.


São as 4 perguntas fundamentais que os Economistas não devem esquecer e podem ser utilizadas nas ações dos setores públicos e privados.


Convém lembrar que a Economia está dividida em três setores; o primário que reúne as atividades extrativas e agropecuárias; o setor secundário reunindo as indústrias de produtos diversos e o terciário composto pelos serviços prestados e pelo comércio.


Cada modelo econômico de um País é determinado pelo modelo político vigente, gerando as oportunidades e as ameaças para seus habitantes, eleitores, políticos, empresários e empreendedores e consumidores.


Alguns preferem as participações e interferências dos governos, outros querem suas limitações.


Destacam-se também os apoios e críticas aos empresários e os estados-empresários como organizadores das produções.


Os grandes desafios são: produzir e distribuir as riquezas geradas; diminuir a pobreza; ampliar as oportunidades; gerar emprego e renda e o bem estar para todos.


Naturalmente, existem aqueles que querem distribuir o que não produzem, assim como, existem aqueles que produzem e não querem distribuir. Infelizmente, não existem empregos para todos.


Assim como concursos públicos que empreguem todos.


Convém salientar que existe grupo de jovens que tem entre 18 e 24 anos de idade e não estudam nem trabalham (“ Nem, Nem “ ).


Pode-se citar os herdeiros, principalmente aqueles que vivem da herança familiar e passam a vida sem muitos estudos e investimentos.


São os detentores de recursos financeiros ( Capital ) decorrentes de heranças e/ou arranjos familiares que podem dar continuidade aos negócios iniciados pelos avós.


Não podemos esquecer que os casamentos podem gerar negócios a partir dos patrimônios de um ou dos dois cônjuges.


Na realidade, em todos sistemas econômicos podem surgir os importantes empreendedores por necessidades, criando bens e/ou serviços para sobreviverem.


Geralmente, os empreendedores surgem nos ambientes familiares, comunitários, acadêmicos, profissionais, empresariais e estatais.


Muitos são considerados “negócios cogumelos” inconstantes, sazonais e com vidas curtas, abrindo e fechando em lugares diferentes.


Outros tornam-se rentáveis e escaláveis.


A Economia criativa tem identificado muitas oportunidades para os empreendedores por necessidades.


As ideias surgem em diversas áreas do conhecimento humano, incluindo artes, artesanato, esportes, negócios tecnológicos, hospitalidade, turismo, consultorias e mentorias, entre outros.


A orientação é criar produto (bem e/ou serviço) certo; para a pessoa certa; com preço certo e na hora certa, desenvolvendo relacionamento “ganha-ganha” ambientalmente sustentável, socialmente justo e economicamente viável.


É simples, assim.


Será ?


Respeitam-se todas as opiniões contrárias.


São reflexões.


Podem ser úteis.


Pensem nisso.

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*ABDON BARRETTO FILHO (FOTO)


Economista e Mestre em Comunicação Social 



Textos e podcasts em:



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